Espaços Culturais

Sendo o mais importante Centro Cultural de Minas Gerais, o Palácio das Artes está em constante evolução. O local abriga as mais diferentes expressões artísticas e culturais em seus espaços que, ao longo de 50 anos, passaram por várias mudanças e requalificações.

Os espaços do Palácio das Artes

O mais antigo deles, a Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard já recebeu, em seus 510 m², as mais diversas mostras: arte mineira e internacional, salões de arte e coletivas temáticas e individuais de artistas mineiros. Para além das artes visuais, mostras que homenagearam mineiros célebres como Carlos Drummond de Andrade, Juscelino Kubitschek e Fernando Sabino. O recorde de público da instituição foi a mostra “A magia de Escher”, em 2013, com mais de 200 mil visitas ao longo de dois meses.

Para muitos, o Grande Teatro Cemig é sinônimo do Palácio das Artes. Passados 50 anos de sua fundação, ele permanece como o maior e mais nobre teatro de Minas Gerais, com capacidade para 1.700 lugares. Praticamente todos os grandes artistas – da música, do teatro, da dança – que vieram a Belo Horizonte se apresentaram no Grande Teatro. O Grupo Corpo estreou a maioria de seus espetáculos no mesmo palco. A trajetória do Grande Teatro sofreu um corte brutal em 7 de abril de 1997, com um incêndio que destruiu a área reservada para o público. O processo de reconstrução mobilizou poder público, iniciativa privada e a sociedade civil. Em 27 de julho de 1998 o Grande Teatro foi reinaugurado com a distribuição de 34 mil ingressos para 50 dias de programação especial e gratuita.

Ainda na década de 1970, foi inaugurado o Cine Humberto Mauro, cujo nome homenageia o patrono do cinema brasileiro. O longa exibido na inauguração da Sala, em 15 de outubro de 1978, foi “A noiva da cidade” (1978), filme de Alex Vianny, dirigido a partir de roteiro de Humberto Mauro. Desde então, a sala exibe programação alternativa, com filmes que fogem à programação comercial, com mostras temáticas, palestras e cursos.

No andar inferior, onde seria destinado o Foyer no projeto original, dois espaços marcaram a trajetória da instituição: o Teatro João Ceschiatti, inaugurado em 1984, e a Sala Juvenal Dias, de 1993. O teatro possui palco em semi-arena, cercado de três lados da plateia, com 148 lugares. Sua ocupação prioriza a produção mineira das artes cênicas, mas também as montagens da Escola de Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart). A Sala Juvenal Dias, inicialmente destinada a apresentações de música de câmara, passou a atender também produções teatrais e os alunos do Curso de Música do Cefart.

Já no fim dos anos 2010, dois novos espaços passaram a integrar o Palácio das Artes: a PQNA Galeria Pedro Moraleida, inaugurada em fevereiro de 2017, e a Galeria Aberta Amilcar de Castro, em dezembro de 2018. Como espaço expositivo, a PQNA faz jus ao nome. Tem apenas 76 metros quadrados. Por outro lado, está num lugar nobre. Localiza-se no hall principal do Palácio das Artes. A Galeria Aberta, o mais recente espaço expositivo inaugurado, está localizada no jardim interno, entre as Galerias Arlinda Corrêa Lima e Genesco Murta. Como espaço aberto, é também democrático. Atua tanto para exposições quanto para apresentações artísticas de outras linguagens.

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Galeria Aberta Amilcar de Castro
Cinema, teatro, música erudita e popular, ópera, literatura, performances, ocupações artísticas, além de seminários, debates, cursos e workshops integram atualmente as inúmeras possibilidades de fruição para os visitantes do Palácio das Artes. Nesses ambientes convivem diariamente maestros, diretores artísticos, artistas de teatro, dança, música e de artes visuais, curadores, cineastas, produtores, gestores, pesquisadores, professores e estudantes de arte.

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